RESPEITEM O BRIGADEIRO

brigadeiro

Não gosto quando inventam uma receita menos calórica e atribuem a ela o nome de um prato gordo e, claro, delicioso. Por exemplo, quando um site publica: ‘experimente essa maravilhosa lasanha de berinjela’. Não, não é, é a berinjela ao forno com algum outro ingrediente. A lasanha, a de nascença, é feita com aquela massa que tem o temido glúten intercalada com recheios variados e que não se encaixam no perfil fit.

Outra vítima constante é o brigadeiro: tem receita feita com farinha de maracujá, com biomassa banana verde, com mandioca cozida e até de chuchu, sempre com a promessa de que o sabor é idêntico ao original. Gente, chame de docinho de qualquer coisa, mas não chame de brigadeiro se não tiver em sua composição o engordativo leite condensado misturado ao achocolatado. Respeitem a história do brigadeiro. A guloseima está presente em nossa infância, nas inesquecíveis festinhas de aniversário; na fase adulta, é a companheira ideal para os momentos de fossa. Vai dizer que comer um brigadeiro na colher, o real, não acalma? As versões ‘leves’ do docinho são compreensíveis mas, lamento, nunca terão o mesmo sabor.

Sejamos mais saudáveis em tudo, até para assumir que não é carpaccio de beterraba, e sim beterraba cortada em finas rodelas temperadas com molho de limão. Pronto! Desfrute! ‘Vontade de comer uma batata frita? Experimente então fazer o chips de chuchu’… [sono…]

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